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Secopa anuncia trecho do VLT até o Porto antes da Copa
07/01/2014
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Após admitir que o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) não ficará pronto de acordo com o cronograma, o Governo do Estado afirmou que espera concluir, até a Copa do Mundo, a implantação do modal no trecho que vai do Aeroporto Internacional Marechal Rondon, em Várzea Grande, até a região do Porto, em Cuiabá.

A estimativa foi feita ao MidiaNews pelo secretário extraordinário da Copa do Mundo (Secopa), Maurício Guimarães.

Segundo ele, o Consórcio VLT Cuiabá-Várzea Grande, responsável pela execução do projeto de R$ 1,477 bilhão, deverá concluir todo o projeto – nos eixos 1 (Aeroporto-CPA) e 2 (Coxipó-Centro) – até o final deste ano. O prazo extra foi concedido pelo Governo do Estado.

“Estamos priorizando para que tenhamos efetivamente concluída a via permanente até o Porto, e esperamos a conclusão total [da obra do VLT] para o final deste ano. O projeto continua o mesmo e, durante a Copa, as obras irão prosseguir nos locais que não impactam diretamente a logística do evento, como na [Avenida] Fernando Corrêa. Não paramos por causa da Copa do Mundo”, disse.

Segundo Guimarães, a instalação dos 10 km de trilhos específicos para o Centro de Manutenção e Operação do VLT, localizado na antiga Vila Militar (próximo ao aeroporto), já está em fase final e, na sequência, o consórcio dará início à implantação da via permanente na Avenida João Ponce de Arruda, em Várzea Grande.

“Precisamos da finalização de alguns detalhes de drenagem para que possamos começar. A nossa meta é de que nós iniciemos esse trabalho, se não dentro deste mês, até o início de fevereiro”, disse.

Estação


Paralelamente à implantação dos trilhos da via permanente, o consórcio também deverá dar início, ainda, à construção da Estação do Porto – uma das quatro que estão previstas no projeto do VLT e que é necessária para marcar o “final” do primeiro trecho ativo do modal na Copa.

A estação será construída em uma área de aproximadamente 10 mil m², que hoje é ocupada por parte do Atacadão, na Avenida XV de Novembro.

A obra de desmobilização do mercado atacadista, aliás, deverá ter início até o dia 15 deste mês e, segundo o secretário, “não gerou nenhum custo para o erário público”, tendo a Prefeitura de Cuiabá ainda recebido uma parte de recursos para aplicar no projeto “Porto Cuiabá”, que prevê a revitalização da orla do Rio Cuiabá.

“A desapropriação do Atacadão não custou um centavo para o Governo do Estado. Foi um acordo feito através de um TAC [Termo de Ajustamento de Conduta] na Justiça com a Prefeitura [de Cuiabá]”, disse.

De acordo com Guimarães, o Município liberou a área localizada nos fundos do mercado, onde está sendo construído seu anexo, e, em contrapartida, o Atacadão fez uma doação de quase R$ 6 milhões para o projeto de revitalização do Porto.

A estação é fundamental, segundo explicou o secretário, para que os turistas possam fazer a integração, no Porto, com o transporte coletivo da Capital.

O plano de mobilidade da Copa do Mundo prevê que, durante o evento, na região, tenham linhas especiais seguindo para o Fan Park (que será construído no Parque de Exposição Jonas Pinheiro – Acrimat) e para a Arena Pantanal, no Verdão.

Lislaine dos Anjos/MIdiaNews

Na semana passada, mais quatro carros do VLT chegaram ao Porto Seco, em Cuiabá

O VLT


Presente na Matriz de Responsabilidade como uma solução para a mobilidade urbana na Grande Cuiabá durante a Copa, o VLT substituiu o projeto de implantação do corredor exclusivo para passagem de ônibus – Bus Rapid Transit (BRT).

Quando anunciou publicamente que a obra não seria concluída no prazo previsto em contrato, em outubro de 2013, o governador Silval Barbosa (PMDB) afirmou que gostaria de ver o modal rodando plenamente até novembro deste ano.

Responsáveis pela execução do projeto do VLT, as empresas integrantes do consórcio (Santa Bárbara, CR Almeida, CAF Brasil Indústria e Comércio, Magna Engenharia Ltda. e Astep Engenharia Ltda) devem implantar o modal em 22,2 km de extensão na Grande Cuiabá.

De acordo com o projeto, o VLT deverá passar pelas principais avenidas de Cuiabá e Várzea Grande: Fernando Corrêa da Costa, Coronel Escolástico, Historiador Rubens de Mendonça, Tenente-Coronel Duarte (Prainha), XV de Novembro, FEB e João Ponce de Arruda.

Além da via permanente e dos 40 carros (dos quais apenas cinco chegaram à Cuiabá), o consórcio ainda deverá construir o Centro de Manutenção e Operação do modal, em Várzea Grande, quatro terminais de integração (André Maggi, CPA, Coxipó e Porto) e 33 estações.

No trajeto também estão previstas obras de artes especiais (trincheiras, viadutos e pontes), além da reestruturação da cobertura do córrego da Prainha – intervenções essas cujos prazos de execução não foram prorrogados, segundo o secretário da Copa (Secopa), Maurício Guimarães.

Edson Rodrigues/Secopa

Instalação de trilhos na via permanente de VG é esperada para o final deste mês


“As obras de arte especiais, como os viadutos e trincheiras, ficarão prontas até a Copa. Elas não estão em negociação de cronograma”, afirmou.

Até o momento, desses projetos, apenas o viaduto da UFMT já foi entregue, em dezembro passado, tendo apresentado falhas na execução de seus pilares, em junho deste ano – que foram corrigidas cerca de um mês depois – e novos problemas estruturais após duas semanas de uso pela população.

A obra, aliás, foi inaugurada apenas parcialmente, uma vez que a parte de baixo (composta da rotatória de acesso ao campus da Universidade Federal de Mato Grosso) não foi concluída e tem previsão de entrega junto com a obra de construção da via Parque do Barbado, este ano.

As próximas obras a serem entregues ainda este mês, segundo o Estado, são os elevados da MT-040 – localizado no entroncamento da Avenida Fernando Corrêa da Costa com a rodovia que dá acesso a Santo Antônio do Leverger (27 km de Cuiabá) – e da Sefaz, que foi erguido na Avenida Historiador Rubens de Mendonça (Avenida do CPA).

Polêmica


Por constar na Matriz de Responsabilidade, o VLT contou com facilidades como a licitação por meio do Regime Diferenciado de Contratação (RDC), que motivou ação do Ministério Público Estadual (MPE), em 2012, sob o argumento de que a obra não ficaria pronta para a Copa 2014.

Fonte: Midianews




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